Falta um mês: favoritos de Pequim que não conseguiram medalhas em PyeongChang 2018

Às vezes você precisa de mais de uma edição dos Jogos Olímpicos para subir ao pódio. Confira alguns dos favoritos de Beijing 2022 que não conseguiram uma medalha nos últimos Jogos de Inverno.

Ilya Yashynin
Foto: 2017 Getty Images

Cair na última barreira na busca de uma medalha é uma das coisas mais frustrantes que podem acontecer a um atleta. O Olympics.com traz as histórias de cinco atletas que ficaram de fora do pódio em PyeongChang 2018, mas estão entre os favoritos em Beijing 2022.

Joey Mantia (EUA)

O americano Joey Mantia era uma lenda da patinação de velocidade in-line antes de transicionar para a patinação de velocidade. Aos 24 anos, ele havia vencido 28 títulos de Campeonatos Mundiais no evento não-Olímpico da patinação sobre rodas. Mas Mantia também provou seu talento no gelo. Em 2017, ele foi campeão mundial da saída em massa e terminou em quarto em PyeongChang na prova dos 1000m.

Desde os Jogos de 2018, Mantia ganhou mais dois títulos mundiais de saída em massa, com o patinador ganhando sua última medalha de ouro apenas um mês e meio antes de contrair COVID-19. Mantia vai comemorar seus 36 anos durante os Jogos de Pequim e com certeza ele quer comemorar com uma medalha Olímpica.

Tina Herrmann (Alemanha)

Tina Hermann chegou a PyeongChang 2018 como tricampeã mundial no skeleton e segundo lugar no ranking da Copa do Mundo. Porém, apesar da boa forma, ela não conseguiu uma medalha Olímpica. Depois de três tentativas, a alemã terminou em quinto, apenas oito centésimos atrás da medalhista de bronze Laura Deas.

Durante o período entre PyeongChang 2018 e Beijing 2022, Hermann ganhou mais quatro títulos mundiais. A alemã de 29 anos é uma das atletas de skeleton mais vencedoras do mundo. A única coisa que falta para ela é uma medalha Olímpica.

Pavel Krotov (ROC)

O esquiador de estilo livre Pavel Krotov fez sua estreia em Copas do Mundo em 2011 com o compatriota Ilya Burov. Ambos treinavam na mesma escola esportiva e ambos passaram suas carreiras lado a lado. Nos Jogos de 2018 em PyeongChang, a dupla também era inseparável: Burov levou o bronze no aerials, com Krotov terminando em quarto.

Pavel Krotov
Foto: 2018 Getty Images

Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, Krotov tem uma ótima chance de subir ao pódio com Burov. Porém, se fizer isso, não será com Ilya Burov, mas com seu irmão mais novo, Maxim. No último Campeonato Mundial, o Burov mais novo e Liubov Nikitina ganharam o aerials misto. O evento fará sua estreia Olímpica em Beijing 2022.

Franziska Preuss (Alemanha)

Franziska Preuss demonstrou seu potencial Olímpica nos primeiros Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude em 2012. Em Innsbruck, a biatleta alemã foi bronze na perseguição e ouro em três outras provas: sprint, revezamento misto e revezamento misto entre biatletas e esquiadores.

Nos Jogos de 2018 em PyeongChang, Preuss estava a um passo do pódio, depois de terminar em quarto na corrida individual. Ela tentará melhorar ainda mais em Beijing 2022, depois de um ciclo Olímpico em que foi a líder da equipe alemã. Na última temporada, ela ficou em terceiro na classificação geral Copa do Mundo.

Totsuka Yuto (Japão)

O snowboarder Totsuka Yuto estava no caminho para medalhar em PyeongChang, mas suas esperanças foram dizimadas nas finais. Em sua segunda descida, o atleta, então com 16 anos, caiu de costas e foi levado ao hospital de maca.

Desde aquele momento de azar, o jovem snowboarder se tornou mentalmente e tecnicamente mais forte. Ele ganhou o ouro no halfpipe no Mundial de 2021 e está otimista a respeito de suas chances em Beijing 2022. "Tenho muita confiança em mim mesma", ele disse. "Se eu fizer o que sou capaz de fazer, posso ganhar o ouro".

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